2. Um adolescente de 16 anos recebe atendimento psicopedagógico devido a dificuldades expressivas de aprendizagem e isolamento social. No transcorrer de uma das sessões de intervenção, o rapaz descreve sensação de angústia extrema e confidencia ao psicopedagogo um plano meticuloso para atentar contra sua vida naquela semana, apresentando detalhes sobre os meios que seriam utilizados para esse fim. Perante a gravidade e o risco imediato de morte, o profissional entende que manter o sigilo absoluto colocaria em risco a segurança física do jovem e comunica os responsáveis sobre o risco. A atitude do psicopedagogo transgrede o código de ética? Qual o artigo regulamenta ou não sua atitude? Justifique sua resposta.
3. Após dois anos de trabalho, um psicopedagogo concluiu o atendimento de uma criança. Algum tempo depois, a família dela mudou-se para outra cidade e a criança iniciou seus estudos em uma nova escola. Esta por sua vez, solicitou os registros das intervenções realizadas anteriormente para proporcionar melhor adaptação da aluna. A mãe procurou o psicopedagogo requerendo cópias completas das anotações realizadas durante as sessões, rascunhos de observações e, inclusive, as reflexões do profissional. O psicopedagogo explica que esses documentos são sigilosos e que elaboraria um parecer psicopedagógico referente às análises realizadas no período em que a criança esteve em atendimento, para ser entregue à instituição de ensino. A atitude do psicopedagogo foi adequada? Está pautada em algum artigo do Código de Ética? Justifique a sua resposta.
4. Encerre o texto discorrendo sobre a importância do Código de Ética para o profissional de Psicopedagogia.