Conforme Geraldi (1996) e Antunes (2003), a linguagem é frequentemente abordada de forma artificial, fragmentada e estática, com o professor assumindo o papel de único interlocutor e com atividades voltadas apenas para a obtenção de nota ou para a fixação de regras da gramática normativa. Essa concepção limita o potencial formativo da linguagem ao reduzi-la […]


