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    100%
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    Horário de Brasília
  • Finalizado em

    31/12/2030

Compreender e analisar situações de violência obstétrica, reconhecendo os direitos da mulher no parto e propondo estratégias de educação

Compreender e analisar situações de violência obstétrica, reconhecendo os direitos da mulher no parto e propondo estratégias de educação em saúde por meio da construção de uma tecnologia informativa direcionada à população.

Situação-problema (caso clínico disparador):

Maria, 28 anos, comparece à Unidade Básica de Saúde para atendimento no puerpério. Durante a consulta, relata que, durante seu parto hospitalar, foi impedida de ter acompanhante, gritar ou se movimentar. Recebeu episiotomia sem explicação prévia e relata ter sido chamada de “mole” e “chorona” por parte da equipe. Refere sentimento de humilhação e medo de engravidar novamente. Ao relatar sua experiência, a profissional de enfermagem identifica sinais claros de violência obstétrica.



Descrição da tarefa:

Com base no caso acima e nos conteúdos estudados na disciplina, elabore uma tecnologia informativa, no formato de cartilha ou folder educativo, destinada a gestantes e puérperas da comunidade, com linguagem acessível, clara e acolhedora.



O material deve conter:

- Título da cartilha ou folder

- Apresentação (breve introdução sobre a importância do tema)

- Conceito de violência obstétrica e exemplos de práticas abusivas

- Direitos da gestante segundo as normativas do Ministério da Saúde e legislação vigente (Lei do acompanhante, RDC 36/2008, Rede Cegonha)

- Como identificar sinais de violência obstétrica

- Como e onde denunciar (órgãos competentes)

- Orientações sobre o parto humanizado e o papel do enfermeiro na sua promoção

- Imagens, frases de incentivo ou ilustrações (opcional)

- Referências utilizadas (mínimo 1, em normas da ABNT)

Após a elaboração do folder ou cartilha, deverá inseri-lo ( copiar - colar / print) dentro do formulário padrão. 

Enviar o formulário padrão na resposta da atividade. 

Critérios de avaliação:

Clareza e objetividade das informações

Coerência com a legislação e diretrizes do SUS

Linguagem adequada ao público-alvo

Criatividade na apresentação visual (organização, layout, imagens)

Embasamento científico e uso correto de fontes

Originalidade e aplicabilidade prática do material

Referência obrigatória para estudo e fundamentação teórica:

Leite, T. H. L. et al. (2024)Epidemiologia da violência obstétrica: uma revisão narrativa do contexto brasileiro. Cadernos de Saúde Pública, 29(9). https://www.scielo.br/j/csc/a/LbMdhqnGHfRRhNfJWJgpPjd

Andrighetto, A. & Reinheimer, C. S. (2023)Violência obstétrica: urgência de regulação legislativa no Brasil. Revista de Direito Sanitário, 23. Propõe caminhos legais e regulatórios como estratégia de combate à violência obstétrica. https://revistas.usp.br/rdisan/article/view/188611

International Journal of Gynecology & Obstetrics (2025)Global prevalence and risk factors of obstetric violence: A systematic review and meta‑analysis (até 2024). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39803846/

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